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VERSICULO BIBLICO Porque os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados. (Romanos: 2: 13)

domingo, 24 de abril de 2011

Os 40 anos no Deserto

 





Os 40 anos no Deserto
As peregrinações que os filhos de Israel realizaram, marchando desde o Egito até à terra de Canaã, foram uma escola importante para sua instrução. Foi em Ramessés que principiou a marcha dos israelitas. O caminho direto deste lugar para Canaã teria sido pela terra dos filisteus, ao norte dos lagos Amargos, e ao longo da orla setentrional do deserto de Sur.



Todavia, essa direção foi-lhes proibida (Ex 13.17,18); e por isso, depois de por certo tempo tomarem o rumo oriental, prosseguiram para o sul, exultando certamente com isso o Faraó, porque julgava assim em seu poder. Acamparam a primeira noite em Sucote, que não devia ter sido longe de Ramessés. Pela segunda tarde chegaram à orla do deserto, em Etã. Provavelmente agora deviam ter seguido para o Oriente, mas foi-lhes ordenado que "retrocedam e que acampem defronte de Pi-Hairote, entre Migdol e o mar, diante de Baat-Zefom" (Ex 14.2); era um estreito desfiladeiro, perto da costa ocidental do Golfo, entre os montes que guarnecem o mar e uma pequena baia ao sul. Ficavam deste modo "desorientados na terra". Esse movimento teve o efeito de atrair o Faraó, para junto deles; e o desígnio de alterar desta forma a linha da sua marcha foi revelada a Moisés (Ex 14.17). Os egípcios aproximaram-se dos israelitas quando estes estavam acampados diante do braço ocidental do mar Vermelho. Como, quer na extensão, quer na profundidade do golfo de Suez, se operou uma notável mudança no decorrer destes últimos trezentos anos, em virtude duma grande acumulação de areia, é por esta razão impossível determinar o lugar onde os israelitas atravessaram. Eles passaram pelo mar em seco para o lado oriental, perto do sítio agora chamado Ayun Musa (poços de Moisés), principiando aqui o deserto de Sur (Ex 15.22), ou o deserto de Etã (Nm 33.8). Estas duas expressões de aplicam à parte superior do deserto; este deserto estende-se desde o Egito até à praia oriental do mar Vermelho, e alarga-se para o Norte até à Palestina. O caminho que os israelitas tomaram é uma larga vereda pedregosa, entre as montanhas e a costa, na qual correm no inverno vários ribeiros, que nascem nos montes. Nesta ocasião tudo devia estar seco. O lugar onde primeiramente estacionaram foi Mara (amargo), onde foi operado o milagre de se tornar doce a água amarga (Ex 15.23-25). O sítio onde isto aconteceu é, provavelmente, Ain Hawara, perto do riacho, chamado Wady Amarah, que tem a mesma significação de Mara.
A seguinte estação foi Elim, "onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras" (Ex 15.27); este sítio fixado por Niebhr e Burckhardt no vale onde corre Ghurundel, que é a maior de todas as correntes, no lado ocidental da península. Este vale contém agora tamareiras, tamargueiras, e acácias de diferentes espécies. Obtém-se aqui água em abundância, cavando poços; há, também, uma copiosa nascente, com um pequeno regato. Chegaram depois os israelitas ao deserto de Sim, "entre Elim e Sinai" (Ex 16.1), no sopé da escarpada cumeeira de et-Tih, um nome que significa "divagação"; é "um deserto medonho, quase inteiramente destituído de vegetação". Foi logo depois de terem entrado neste deserto que os israelitas obtiveram miraculosa provisão de codornizes e de maná. Os estudiosos supõe que eles tomaram em seguida a direção do sueste, marchando para a cordilheira do Sinai. Neste caso, a sua passagem teria sido pelo extenso vale, a que os árabes chamam Wady Feiran. Passaram depois por Dofca e Alus. O vale Feiran é o sítio mais fértil de toda a região; e é aqui que devemos procurar Refidim, onde pela primeira vez foram atacados (Ex 17.8-13). Jetro, sogro de Moisés, também o visitou em Refidim; e pelo seu conselho foram nomeados juízes para ajudar o chefe israelita na ação judicial (Ex 18). E aqui, entre elevados picos, estava a rocha que, por mandado de Deus, foi ferida por Moisés, saindo dela depois abundância de água.
Em seguida fizeram seu acampamento no ermo do Sinai, onde o Todo-poderoso revelou à multidão a Sua vontade por meio de Moisés; foi dado o Decálogo (dez mandamentos) ao homem, e foi estabelecido o Pacto (Ex 20.1-17; 24.7,8). Neste deserto também se deu o caso do culto prestado ao bezerro de ouro, e a enumeração do povo, e a construção do tabernáculo; além disso, Arão e seus filhos foram consagrados, celebrou-se a segunda Páscoa, e morreram Nadabe e Abiú por terem oferecido fogo estranho ao Senhor. O monte, onde a Lei foi dada, chama-se Horebe no Deuteronômio, e Sinai nos outros livros do Pentateuco (5 livros: Gn, Ex, Lv, Nm e Dt). Provavelmente o primeiro nome designa todo o território, e o outro simplesmente a montanha, onde foi revelada a Lei. Permaneceram os israelitas no deserto do Sinai um ano aproximadamente, aparecendo de novo o sinal para a partida. Desde então as suas marchas e acampamentos foram sempre dirigidos pelo Senhor. Uma nuvem, que manifestava a Sua presença, cobria o tabernáculo de dia, e à tarde estava sobre o tabernáculo uma aparência de fogo até à manhã" (Nm 9.15). O levantar da nuvem era sinal de avançar, caminhando eles após ela; e, quando parava a nuvem sobre o tabernáculo, queria isso dizer que deviam acampar de novo. As suposições, são que eles passaram para o norte, ao longo do Wady esh-Sheikh, entrando numa grande planície chamada el-Hadharah, na qual estava Taberá, nome que significa "incêndio", e que lhe foi dado em virtude de ser ali destruído pelo fogo, que caiu do céu, num certo número de israelitas insurgentes (Nm 11.1-3). A estação seguinte foi Quibrote-Taavá, ou os "sepulcros da concupiscência" (Nm 11.34; 33.16). De Quibrote marcharam para Hazerote onde ocorreu a sedição de Miriã e Arão (Nm 12). As estações nesta parte do deserto foram Ritmá, Rimom-Perez, Libna e Cades-Barneia, sendo alcançado provavelmente este último lugar pelo mês de junho mais ou menos. Quando se aproximava da Terra Prometida, foram mandados alguns espias (espiões) para a examinarem; mas, quando voltaram, as suas informações foram de tal modo aterrorizadores que o povo se revoltou; e por esta razão os hebreus tiveram de errar no deserto pelo espaço de quarenta anos. Saindo os israelitas de Cades-Barneia, depois da sua segunda visita, em que houve a provocação ao Senhor nas águas de Meribá, vieram eles até ao monte de Hor, perto de Petra, onde morreu Arão.
Esse monte, verdadeiro trono de desolação, consta de quebradas, de ruínas e de escuras profundidades. Os árabes chamam-lhe Jebel Neby Hayran, que quer dizer: o "monte do profeta Arão"; e ainda hoje, quando uma caravana oriental avista seu cume, sacrifica um cordeiro em memória daquele grande sacerdote. Passando pelo Wadi Arabah (provavelmente o "deserto de Zin") para Eziom-Geber (da segunda vez) e Elate, o povo chegou ao golfo oriental do mar Vermelho, e voltou para o norte pelo deserto oriental da Arábia. Neste lugar existe um grande desfiladeiro, vindo do nordeste através das montanhas, constituindo a principal passagem no Wadi Arabá para o deserto. A ascensão dos israelitas foi, sem dúvida por esta estreita passagem, quando de desviaram do mar Vermelho, e voltaram aos territórios de Edom. Nesta ocasião o povo estava muito desanimado por causa do caminho, e murmurou conta Deus e contra Moisés. As suas murmurações foram castigadas, aparecendo entre eles umas serpentes ardentes, cujas mordeduras produziam a morte; mas, por mandado do Senhor, foi levantada uma serpente de bronze, sendo curados os que para ela olhavam com fé. Prosseguiram depois a sua viagem pelas faldas orientais das montanhas de Seir.
Os edomitas que primeiramente lhes haviam recusado a passagem pela sua terra, agora consentiam, fornecendo-lhes também alimentos para o seu caminho (Dt 2.3-6). Nada se sabe das suas passagens até que chegaram a Zerede, um pequeno ribeiro que corre pelas montanhas até à extremidade ocidental do mar Morto. E partindo daquele Sítio "acamparam-se na outra margem de Arnom, que... é o termo de Moabe, entre Moabre e os Amorreus" (Nm 21.13). E dali se dirigiram para Beer, ou Beer-Elim, o poço dos nobres do povo, onde vendo que estavam quase chegados ao fim do deserto, e na perspectiva duma rápida entrada na Terra Prometida, entoaram o "cântico do poço" (Nm 21.17,18).
Os israelitas, após este acontecimento, desbarataram o seu terrível inimigo Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom, e cujos territórios se estendiam ao longo das praias do mar Morto, e pelo vale oriental do Jordão até ao rio Jaboque. Saindo vitoriosos na guerra contra Ogue, que ganhara os territórios ao oriente do mar da Galiléia, os israelitas apoderaram-se da parte oriental do vale do Jordão. Estas terras conquistadas, sendo boas para pastagens, foram cedidas às tribos de rúben e Gade, e à meia tribo de Manassés, que tinha muito gado; mas foi com a condição de auxiliarem as outras tribos na sua conquista de Canaã, ao ocidente do Jordão (Nm 32; Dt 3.8-20; Js 1.12-18). E por este motivo a seguinte estação foi chamada Dibom-gade, para distinguir de outra Dibom pertencente aos rubenitas (Js 13.17). As ruínas desta povoação, com o nome de Dibom, vêem-se cerca de seis quilômetros ao norte do rio Arnom. Deste lugar caminharam para Almom-Diblatain ou Diblataim, de onde seguiram para as serras de Abarim, em frente do monte Nebo. Finalmente acamparam perto do Jordão, desde Bete-Jesimote até Bete-Sitim, em frente de Jericó (Nm 33.49).
E assim terminou uma jornada de quarenta anos, atravessando principalmente lugares desertos, viagem que podia ter-s efetuado nalgumas semanas.

Fonte: Dicionário Bíblico Universal

O Inferno é Real

O Inferno é Real





O Inferno é Real
“Os perversos serão lançados no inferno, e todas as nações que se esquecem de Deus.” Sl 9.17

Para nós cristãos, inferno é um lugar em que se encontram os que morreram em pecado.
É descrito na Bíblia como um lugar terrível, de tormento e onde estarão por toda a eternidade todos aqueles que não observaram os preceitos do Senhor para suas vidas.


Definir com clareza como é o inferno é muito difícil. Os muitos textos que tratam do assunto, geralmente usam a linguagem figurada que nos leva a vê-lo fisicamente como lugar de: chamas, castigo, fogo etc. Portanto, a possibilidade do inferno não ser um lugar na dimensão espiritual é muito grande.

A Bíblia afirma também que na volta do Mestre Jesus ( Mt 25.31-46) todos serão ressuscitados. Os justos para a Glória e os injustos para o castigo eterno.

Sua existência, esta sim é incontestável!

O verdadeiro Servo é aquele que está na presença do Pai, não pelo medo do inferno, mas sim pelo prazer e satisfação de honrar ao Senhor Deus.
As palavras: Geena, Hades, Tártaro (grego) e Sheol (hebraico), são traduzidas pela palavra Inferno.

Descrito como:

Mt 25.46 Castigo eterno
Mt 25.41 Fogo eterno
Is 33.14 Chamas eternas e Fogo devorado
Mt 14.42,50 Fornalha acesa
Ap 20.15 Lago de fogo
Ap 14.10 Fogo e enxofre
Mt 3.12 Fogo que não apaga
2Pe 2.4 Lugar de punição
Lc 16.23 Lugar de tormento

Textos diversos sobre o assunto:

Dt 32.22
Sl 9.17; 116.3
Pv 5.5; 9.18; 27.20; 23.14
Os 13.14
Mt 5.22, 29; 10.28; 11.23; 16.18; 18.9; 23.15; 23.33
Lc 10.15; 12.5; 16.23
Tg 3.6
2Pe 2.4
Ap 1.18; 6.8; 20.14
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domingo, 17 de abril de 2011

Manchas de roupa, retirar tinta de caneta da roupa

Manchas de roupa

por Ana Kessler |





MANCHA DE CANETA – Coloque três folhas de papel-toalha, uma sobre a outra, dobradas ao meio, em uma superfície lisa como um balcão de cozinha. Coloque o bolsa da camisa sobre o papel toalha e despeje o álcool sobre a tinta. As folhas de papel-toalha irão absorver o álcool e tirar a tinta do tecido. Repita o processo quantas vezes for necessário. Depois enxágue com água. Se ainda houver sinal da mancha, esfregue-a com removedor de esmalte de unha (acetona). Enxágue e deixe de molho com um removedor de mancha como Vanish ou Ariel. Deixe agir pelo tempo recomendado na embalagem antes de lavar.


MANCHA DE CANETA – Coloque três folhas de papel-toalha, uma sobre a outra, dobradas ao meio, em uma superfície lisa como um balcão de cozinha. Coloque o bolsa da camisa sobre o papel toalha e despeje o álcool sobre a tinta. As folhas de papel-toalha irão absorver o álcool e tirar a tinta do tecido. Repita o processo quantas vezes for necessário. Depois enxágue com água. Se ainda houver sinal da mancha, esfregue-a com removedor de esmalte de unha (acetona). Enxágue e deixe de molho com um removedor de mancha como Vanish ou Ariel. Deixe agir pelo tempo recomendado na embalagem antes de lavar.
Crédito: Dreamstime

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Você confia em Deus?


 




"E assim com confiança ousemos dizer: O SENHOR é o meu ajudador, e não temerei O que me possa fazer o homem." Hebreus 13:6

Uma das coisas mais difíceis que nós seres humanos temos de conviver é a confiança em Deus. Não aquela confiança do dizer: "Deus existe". Não é essa a que estou me referindo, mas sim aquela confiança de entregar nossos problemas, nosso coração, nossas preocupações ao Pai. Essa sim é díficil, pois às vezes não entregamos de verdade. Entregamos de uma maneira fajuta e mentirosa, pois na verdade temos dúvidas e queremos resolver.

"E disse: Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus." Mateus 18:3

Veja o exemplo de uma criança. Jesus disse que se não nos convertermos e não nos fizermos como meninos, de modo algum entraremos no reino dos céus. Essa passagem tem vários significados e podem ser usados milhares de exemplos, mas vou aqui tratar da confiança. Repare o quanto uma criança pequena confia em seus pais.

Meu filho está hoje com pouco menos de um ano. Quando chego em casa ele vem em minha direção e de vez em quando ele pede uma certa 'brincadeira', até meio perigosa, mas que serve muito bem para ilustrar o que quero dizer. Ele pede que eu deite no chão da sala, logo à frente do sofá. Eu deito estendido, de barriga para cima. Assim que eu me deito, ele sobe ao sofá, logo à minha frente e com os braços estendidos se ameça jogar em cima de mim.

Ele inicialmente não se joga. Ele espera o momento que eu estenda os dois braços em direção à ele. E ele se joga. Confiando plenamente que eu o vá segurar. E logicamente seguro ele, como qualquer pai o faria.

"Deus é o meu rochedo, nele confiarei; o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio." II Samuel 22:3a

É dessa confiança a qual me refiro. A confiança inocente e infalível de uma criança em seu pai. Veja o povo em sua peregrinação no deserto. Quantos sinais e milagres foram feitos? Quantas maravilhas eles viram? Mas o homem natural logo aparecia e reclamava. Não confiavam naquEle que os tinham livrado do cativeiro e que os sustentou de maneira impressionante durante 40 anos.

Imagine o seguinte: Você gostaria que alguém lhe confiasse algo à seu serviço e ficasse a todo tempo lhe cobrando e preocupado te ligasse a cada cinco minutos perguntando se você já havia completado o que lhe fora pedido? Lógico que não! Isso não é confiança. Confiar é entregar. Não é deixar o problema de lado, mas sim prosseguir e crer que o Senhor o sustentará e o ajudará a resolver e a solucionar esse problema que lhe aflige.

Confie em Deus assim como uma criança confia em seu pai. Acredite! Ele nunca desamparou a ninguém em quem nEle confiou. Você conhece o Senhor? Confia nEle? Então leia:

"Em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, SENHOR, nunca desamparaste os que te buscam." Salmos 9:10

Autor: Danilo Zanon

domingo, 10 de abril de 2011

O lenhador e o machado

O lenhador e o machado



 

Essa é a história de Pedro, um ótimo lenhador que chegou a uma serraria procurando emprego. O capataz deu-lhe um dia para que ele mostrasse as suas habilidades.

Pedro surpreendeu o capataz, pois era capaz de derrubar dez árvores enquanto o normal era abater duas por dia. O melhor lenhador derrubava quatro.

Diante disso, Pedro foi alvo de comentários por parte de todos, pois era o melhor lenhador que se conhecia. Foi um verdadeiro sucesso.

Porém, depois de algum tempo, sua produção baixou até que passou a ser o pior de todos os lenhadores. O que estaria acontecendo? O capataz preocupado, procurando saber o que estava havendo, chamou Pedro e disse:

- No dia em que você chegou aqui derrubou dez árvores, sem demonstrar cansaço e assim continuou por algum tempo. Mas ultimamente o vejo abatido e esgotado, sua produção foi caindo e você tem derrubado apenas uma árvore por dia. O que houve?

- Não sei, respondeu Pedro. Estou trabalhando como nunca trabalhei antes: tenho me esforçado três vezes mais, sou o primeiro a ir para a mata e o último a voltar!

O capataz pensou um pouco e perguntou a Pedro:

- Pedro, nesse tempo que está aqui, quantas vezes você amolou o machado?

E Pedro, um pouco atrapalhado, respondeu:

- Nenhuma, não tive tempo.

Quantas vezes voce amolou seu machado desde que foi chamado por Jesus? Nossa produção tem que no mínimo permanecer estável. Nunca diminuir! O que temos produzido com nossa ferramenta dada por Deus?
Nosso machado é nossa fé e nosso amolador é o Espírito Santo. Se voce não tiver contato com Ele, seu machado vai dimiuindo a produção até ficar totalmente cego.

“Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” 
Eclesiastes 3:1

Fonte: Estudos Cristãos

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Amor a semente indispensável


A semente do amor plantada
Precisa ser regada todos os dias
O amor se preservará imortalmente
Na mente que segue em frente

Amor manifestado em Jesus
Amor bonito a cada momento
Sem arrependimentos, capaz
De entender os sentimentos

Amor indispensável para viver
Amor que ultrapassa pelo tempo
Em busca da porta do teu coração
Que as vezes segue na contra-mão.

Após 60 anos de casados, marido e mulher morrem no mesmo dia

Após 60 anos de casados, marido e mulher morrem no mesmo dia

Após mais de 60 anos de feliz casamento, marido e mulher morreram exatamente no mesmo dia. No mesmo hospital, em Leeds (Inglaterra). E da mesma doença. Blanche, de 90 anos, e Stanley Dale, de 94, foram vítimas de pneumonia e faleceram com poucas horas de diferença, contou o "Yorkshire Evening Post".
Os dois viviam em uma casa para idosos em Cross Gates. Blanche foi a primeira a ser levada ao hospital em 4 de março. O marido, que sofria de demência, não tinha noção da internação da mulher. Pouco depois, foi a vez de ele ser internado.

Stanley foi o primeiro a falecer, às 8h. Sem saber da morte do marido, Blanche morreu às 16h30m.

"Nenhum dos dois sabia que o outro estava doente. Então não houve problema cardíaco. O fato de os dois terem morrido no mesmo dia depois de tantos anos juntos foi uma triste coincidência", disse a sobrinha Alma Heaps.

Blanche e Stanley não tiveram filhos.
Enviado por Fernando Moreira